"(...) não me considero feminista. No entanto, acho que o mundo um dia será das mulheres, e acredito que será melhor..."
Mafalda Mendes de Almeida, em entrevista para a Recursos Hunamos
Eu também pensava assim... há 13 anos atrás!!
A experiência profissional faz-me pensar exactamente o contrário, mantendo apenas a convicção de que não sou feminista. É triste dizer isto, mas a realidade assim se impõe.
Profissionalmente as mulheres que sobressaem pautam a sua conduta por formas de estar nada femininas, já que a comum das profissionais preocupa-se mais em arranjar maneiras de lixar a colega do lado, por motivos que ultrapassam toda a normalidade, do que desempenhar as suas funções com o brio que estas merecem, e que lhe é exigido pela empresa a que pertencem.
Invejam; criticam sem saber do que falam; comentam a vida privada de outrém sem qualquer pejo; provocam mal estar, inimizades, stressam quem as rodeia; não assumem erros, pelo contrário atiram-nos para a colega do lado que não gosta delas; não aceitam criticas; vivem coladas à dictomia maior número de anos de trabalho/ promoção automática; não respeitam os colegas mais novos (em idade e/ou na empresa), sobretudo quanto lhes são ameaça directa pelo seu profissionalismo e empenho.
As 'senhoras' transportam para as organizações toda a má formação feminina, herdada das pobres vidinhas provincianas de suas mães e avós, cujo passatempo era, e é, saber com quem dorme a vizinha da frente. Quem assim não é, tem de ter estofo para aguentar tamanha pobreza de espirito, falar 'grosso' e dar murros na mesa... à Homem!

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