As lãs amontoavam-se no pequeno cesto de vime.

Um dia, depois de muita mágoa, resolvi dar-lhes uso. Peguei em duas agulhas e pacientemente fui tricotando... tricotando... tricotando...
As cores foram-se sucedendo, uma após outra... rosa, verde, azul...
Hoje, por fim, rematei a ponta... fechei a pequenissima porta que criei...
Tão cedo não volto a sair... deste doce e quente casulo...

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