Decisões...
... há que nos custam quase que a alma ao tomá-las. Mas coisas há que de tão prementes não podem ser deixadas ao deus dará, ou entregues ao fluir, ora doce ora amargo, da vida.
Não foi fácil, e para alguns aparenta ter um não-sei-quê de cobardia, mas finalmente decidi qual o caminho a percorrer. O tempo que fiquei nesta encruzilhada, desgastou-me de tal ordem, que o simples facto de tomar uma decisão, mesmo tendo apenas efeitos lá para o final do ano, foi suficiente para me devolver as minhas preciosas e pacificas noites de sono. Agora, com objectivos talhados em mente, há que andar em frente. O mais dificil será explicar o que pretendo à minha doce mãe. Não vai ser nada fácil este cortar de cordão.


2 comentários:
Se ficares por perto, ela vai compreender.
Acho que sim. Para já anda a magicar nas coisas que diz ter como dever comprar. ;o)
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